terça-feira, 1 de maio de 2007
Jogo do Juliano
Parado, encostado no balcão do bar, eu fico quieto, somente a olhar. Não digo nada. Não faço nada. Nenhum movimento sequer que poça demonstrar algum interesse. Somente a imaginação faz com que eu preveja os próximos momentos. O tempo passa. É preciso fazer uma escolha. É preciso tomar uma decisão. Apesar de querer me mover e caminhar em sua direção, não consigo sair do lugar. Permaneço na mesma posição. O instinto me manda ir até ela. O desejo me impele ao ataque. Não existe sentimento ali. O que existe é atração. Abraçá-la, beijá-la, possuí-la. Muito possivelmente esse momento nunca chegue. Mas não existe nada, pelo menos nada suficientemente forte, que me impeça de sonhar.
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