Juliana tinha uma personalidade forte. Quando tinha uma idéia, não importava qual fosse, ia até o final, com toda a força. Achava que o caráter de uma pessoa era algo imprescindível. Sempre batalhando pelos seus sonhos. Havia chegado há uma hora atrás e tudo acontecia tão rápido. Quando tomou a decisão de sair da casa dos pais, saiu com a certeza que só voltaria depois que conseguisse sua grande paixão: a dança. Não imaginou que chegaria em Boston e seria tão criticada, não imaginou que teria que guardar suas opiniões e apenas acatar as ordens. Nada tinha saído como havia sido planejado. Realmente, eles tinham pontos de vista diferentes. Uma pena, Juliana teria que sobreviver daquela maneira mesmo, sem opção.
Palavra escolhida: personalidade.
Seqüência: ponto de vista, opinião, crítica, força, decisão, distinção, caráter, idéia, paixão, certeza.
segunda-feira, 30 de abril de 2007
sábado, 28 de abril de 2007
Jogo do Marcus
Indiferença. Talvez tenha sido esse o sentimento ao vê-la pela primeira vez. Nada que impressionasse ao olhar. Mas essa percepção muda, conhecendo-a melhor. Encanto-me com seu humor, sua personalidade. Sua voz doce me causa a impressão que não preciso que outro som entre pelos ouvidos. Seu sorriso espontâneo, fácil, é a visão que não quero tirar da mente. Seu cheiro é tão embriagante que a mera lembrança desperta-me os sentidos. Vivo um estado permanente de deja vu, vendo-a por toda parte, comparando com as outras mulheres. Mas elas não podem mais distrair-me, a concorrência é desleal. Olhando no espelho, não me reconheço como era. Meus amigos estranham a mudança de meu comportamento, mais arredio, mais desanimado. Quando revelo a ela meus sentimentos, percebo sua confusão, crescendo a cada investida. Me animo para enfrentar a situação, sinto poder nadar contra a maré. Mas sua definição é forte: vai mesmo se casar. A data aproxima-se, aumentando meu desespero. Já não sei mais como conquistá-la, tampouco esquecê-la. Gostaria desconhecer as sensações que venho experimentando, esse forte amargor, esse peso no peito. Tudo é mais fácil na ignorância, principalmente na ignorância do amor.
O jogo do Marcus era: Olhar – Percepção – Impressão – Visão – Lembrança – Deja vu - Reconhecer – Estranhar - Confusão – Definição – Desconhecer.
O jogo do Marcus era: Olhar – Percepção – Impressão – Visão – Lembrança – Deja vu - Reconhecer – Estranhar - Confusão – Definição – Desconhecer.
quinta-feira, 26 de abril de 2007
A arte de escrever 2
Poema Tirado de uma Notícia de Jornal
Manuel Bandeira
João Gostoso era carregador de feira livre e morava no morro da Babilônia num barracão
sem número
Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro
Bebeu
Cantou
Dançou
Depois se atirou na lagoa Rodrigo de Freitas e morreu afogado.
Manuel Bandeira
João Gostoso era carregador de feira livre e morava no morro da Babilônia num barracão
sem número
Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro
Bebeu
Cantou
Dançou
Depois se atirou na lagoa Rodrigo de Freitas e morreu afogado.
A arte de escrever 1
"Deve-se escrever da mesma maneira como as lavadeiras lá de Alagoas fazem seu ofício. Elas começam com uma primeira lavada, molham a roupa suja na beira da lagoa ou do riacho, torcem o pano, molham-no novamente, voltam a torcer. Colocam o anil, ensaboam e torcem uma, duas vezes. Depois enxáguam, dão mais uma molhada, agora jogando a água com a mão. Batem o pano na laje ou na pedra limpa, e dão mais uma torcida e mais outra, torcem até não pingar do pano uma só gota. Somente depois de feito tudo isso é que elas dependuram a roupa lavada na corda ou no varal, para secar. Pois quem se mete a escrever devia fazer a mesma coisa. A palavra não foi feita para enfeitar, brilhar como ouro falso; a palavra foi feita para dizer."
Graciliano Ramos
Graciliano Ramos
quarta-feira, 25 de abril de 2007
AULA 24 de abril
TEXTO PARA LER:
A 1002ª noite da Avenida Paulista, de Joel Silveira (no xerox)
Observar:
- Uso do vocabulário e da linguagem
- Uso da ironia
PROPOSTA PARA PRÓXIMA AULA (08/05)
- Escrever um texto no qual um personagem (pode ser o já desenvolvido no início do semestre) ou o narrador contem um acontecimento ou evento que não tenha presenciado. Uma opção é falar em primeira pessoa e relatar um acontecimento real.
- Se possível, tentar usar ironia
Ler o texto indicado é importante não apenas porque faz parte do conteúdo da disciplina, mas também como inspiração (porém não modelo, atenção) para seu trabalho
PROPOSTA PARA O BLOG (enviar para e-mail da Clarice até 5 ou 6 de maio)
JOGO DAS PALAVRAS
Para os jogadores que não foram à aula:
Fazer um parágrafo utilizando a seguinte seqüência de palavras, definida pelo grupo em sala de aula.
Diferença-centroavante-cultura-negros-extravagância-personalidade-peculiaridade-olhar-insatisfação-criação-contraste-estranhamento.
Para os jogadores que foram à aula:
Fazer um parágrafo utilizando as seqüências definida por cada um individualmente.
ATENÇÃO
O parágrafo pode ser sobre qualquer assunto, mas é preciso respeitar a ORDEM da seqüência e usar todas as palavras.
ADENDO - do dicionário Aurélio:
diferença[Do lat. differentia.] Substantivo feminino. 1.Qualidade de diferente. 2.Falta de semelhança ou igualdade; dessemelhança; dissimilitude: Não há diferença entre os gêmeos. 3.Alteração, modificação: Nota-se diferença na cor do leite. 4.Diversidade, disparidade, variedade: Grande era a diferença das cores. 5.Desconformidade, divergência, desarmonia: Notava-se no grupo uma viva diferença de opiniões. 6.Transtorno, prejuízo: É claro que o resultado me faz diferença. 7.Distinção (1): Não faz diferença entre os amigos: a todos trata muito bem. 8.Lóg. Um dos predicáveis: característica que distingue uma espécie de outras do mesmo gênero; diferença específica. [V. predicáveis; cf. divisão lógica.] 9.Desproporção; desigualdade: Era sensível a diferença no tratamento dispensado às filhas. 10.Mat. Resultado da subtração de duas quantidades. 11.Mat. Conjunto de elementos que pertencem a um conjunto, mas não pertencem a outro nele contido. ~ V. diferenças. Diferença de potencial. 1. Eletr. Trabalho necessário para levar de um ponto a outro (no espaço ou num circuito elétrico) uma unidade de carga elétrica. [Abrev.: d. d. p.] Diferença específica. 1. Lóg. Diferença (8).
BOM FERIADO A TODOS!!
A 1002ª noite da Avenida Paulista, de Joel Silveira (no xerox)
Observar:
- Uso do vocabulário e da linguagem
- Uso da ironia
PROPOSTA PARA PRÓXIMA AULA (08/05)
- Escrever um texto no qual um personagem (pode ser o já desenvolvido no início do semestre) ou o narrador contem um acontecimento ou evento que não tenha presenciado. Uma opção é falar em primeira pessoa e relatar um acontecimento real.
- Se possível, tentar usar ironia
Ler o texto indicado é importante não apenas porque faz parte do conteúdo da disciplina, mas também como inspiração (porém não modelo, atenção) para seu trabalho
PROPOSTA PARA O BLOG (enviar para e-mail da Clarice até 5 ou 6 de maio)
JOGO DAS PALAVRAS
Para os jogadores que não foram à aula:
Fazer um parágrafo utilizando a seguinte seqüência de palavras, definida pelo grupo em sala de aula.
Diferença-centroavante-cultura-negros-extravagância-personalidade-peculiaridade-olhar-insatisfação-criação-contraste-estranhamento.
Para os jogadores que foram à aula:
Fazer um parágrafo utilizando as seqüências definida por cada um individualmente.
ATENÇÃO
O parágrafo pode ser sobre qualquer assunto, mas é preciso respeitar a ORDEM da seqüência e usar todas as palavras.
ADENDO - do dicionário Aurélio:
diferença[Do lat. differentia.] Substantivo feminino. 1.Qualidade de diferente. 2.Falta de semelhança ou igualdade; dessemelhança; dissimilitude: Não há diferença entre os gêmeos. 3.Alteração, modificação: Nota-se diferença na cor do leite. 4.Diversidade, disparidade, variedade: Grande era a diferença das cores. 5.Desconformidade, divergência, desarmonia: Notava-se no grupo uma viva diferença de opiniões. 6.Transtorno, prejuízo: É claro que o resultado me faz diferença. 7.Distinção (1): Não faz diferença entre os amigos: a todos trata muito bem. 8.Lóg. Um dos predicáveis: característica que distingue uma espécie de outras do mesmo gênero; diferença específica. [V. predicáveis; cf. divisão lógica.] 9.Desproporção; desigualdade: Era sensível a diferença no tratamento dispensado às filhas. 10.Mat. Resultado da subtração de duas quantidades. 11.Mat. Conjunto de elementos que pertencem a um conjunto, mas não pertencem a outro nele contido. ~ V. diferenças. Diferença de potencial. 1. Eletr. Trabalho necessário para levar de um ponto a outro (no espaço ou num circuito elétrico) uma unidade de carga elétrica. [Abrev.: d. d. p.] Diferença específica. 1. Lóg. Diferença (8).
BOM FERIADO A TODOS!!
domingo, 22 de abril de 2007
Texto da Greice!
Sapucairana do que mesmo?
Quando o Carlão bateu no peito e disse, em meio ao brinde de sua colação de grau, “Vou para Sapucairana do Sulaque”, a surpresa foi grande. Nenhum convidado entendeu. Nem mesmo a Dona Odila, a qual havia propagado, orgulhosamente, que o filho acadêmico tinha planos promissores para a carreira profissional e considerava fazer a especialização e mestrado no exterior, após o exame da Ordem - e agora o Carlinhos aprontava essa!
Alguns parentes e amigos entreolharam-se, compartilhando expressões questionadoras. “Sapucairana do quê?”. Houveram aqueles que balançaram a cabeça e limitaram-se a explicitar um sonoro “hummm...”, enquanto outros buscavam na memória alguma lembrança desse lugar: uma nota no jornal, um amigo que tenha viajado para... para... para esse lugar que o Carlão havia dito! Todos sabiam que situava-se no Sul do Estado. E só. Que diabos ele faria lá?
Hipóteses não faltaram, cada mesa apostava em uma razão para a mudança, até então desconhecida. O motivo mais recorrente discorria acerca de uma nova namorada. Mas a Dona Odila gostava tanto das namoradas do Carlinhos! Sempre tão prestativa! Fazia questão de explicar, mostrar e ensinar para a candidata à nora tudo que agradava o filhote tratando-se de mesa e banho – quanto à cama, ela preferia abster-se.
Era tudo muito suspeito. O Carlão gostava de festa, TV a cabo, banda larga, caixa eletrônico 24h, AM/PM Express, Blockbuster, Mc Donalds, cidade grande! Dona Odila bem que tentou obter uma informação aqui, outra ali; uma conversa telefônica, outra pelo msn; alguma anotação jogada em cima da escrivaninha, ou perdida em algum bolso, que lhe esclarecesse aquilo que o filho não declarava, a não ser quando dizia “Eu sempre quis conhecer, mãe.”
Depois de 3 semanas, as malas estavam no chão da plataforma da estação e o exame marcado para dali 4 meses. Dona Odila estava acompanhada de vários lenços de papel e do Caco, seu bichinho felino. A partida havia sido precedida por uma festa de despedida com aqueles mesmos amigos, mas somente com alguns parentes, fato que explicava o cabelo desalinhado, as olheiras e bocejos constantes de Carlão naquele meio-dia. As testemunhas entreolhavam-se (ainda surpresos) dividindo, mutuamente, o pensamento de “Não é que ele está indo mesmo?”. E foi.
Tarde da noite daquele mesmo dia, Carlinhos, diretamente de Sapucairana do Sulaque, ligou para casa, atendendo às recomendações de Dona Odila. Sim, iria dormir cedo, alimentar-se bem e não esquecer o corticóide.
Quando Dona Odila preparou-se para deitar, passou antes no quarto do filho, agora vazio. Soltou um grande suspiro e, no momento em que estava fechando a porta, deteve-se em um envelope que trazia seu nome na frente, escorado em um porta-retrato, com a foto dos dois, no último Dia das Mães. Reconhecendo a distinta letra do filho, abriu o envelope e desdobrou um pequeno pedaço de papel:
Mãe,
Minha partida foi hoje, dentro de 3 meses estarei de volta. Sim, 3 meses, esse é o tempo que estipulei para percorrer todo o Estado de bicicleta. Por isso decidi vir para Sapucairana, ponto do extremo sul e, agora, meu ponto de partida e chegada.
Não fique magoada por eu não ter lhe dito antes os reais motivos da viagem, sei que ficarias preocupada, mas procures entender que é a única chance que tenho de viver uma aventura dessas antes de ter a vida ditada por rotinas judiciais.
Ligarei sempre que possível e não esquecerei os corticóides!
Beijos, Carlos
Dona Odila acabou de ler o bilhete, pegou o telefone e ligou para a estação local. Estava fechada. Não importava. Durante toda a madrugada, arrumou as malas freneticamente, decidida a embarcar para Sapucairana do Sulaque na manhã seguinte, antes que o Carlinhos partisse naquela loucura descabida!
Quando o Carlão bateu no peito e disse, em meio ao brinde de sua colação de grau, “Vou para Sapucairana do Sulaque”, a surpresa foi grande. Nenhum convidado entendeu. Nem mesmo a Dona Odila, a qual havia propagado, orgulhosamente, que o filho acadêmico tinha planos promissores para a carreira profissional e considerava fazer a especialização e mestrado no exterior, após o exame da Ordem - e agora o Carlinhos aprontava essa!
Alguns parentes e amigos entreolharam-se, compartilhando expressões questionadoras. “Sapucairana do quê?”. Houveram aqueles que balançaram a cabeça e limitaram-se a explicitar um sonoro “hummm...”, enquanto outros buscavam na memória alguma lembrança desse lugar: uma nota no jornal, um amigo que tenha viajado para... para... para esse lugar que o Carlão havia dito! Todos sabiam que situava-se no Sul do Estado. E só. Que diabos ele faria lá?
Hipóteses não faltaram, cada mesa apostava em uma razão para a mudança, até então desconhecida. O motivo mais recorrente discorria acerca de uma nova namorada. Mas a Dona Odila gostava tanto das namoradas do Carlinhos! Sempre tão prestativa! Fazia questão de explicar, mostrar e ensinar para a candidata à nora tudo que agradava o filhote tratando-se de mesa e banho – quanto à cama, ela preferia abster-se.
Era tudo muito suspeito. O Carlão gostava de festa, TV a cabo, banda larga, caixa eletrônico 24h, AM/PM Express, Blockbuster, Mc Donalds, cidade grande! Dona Odila bem que tentou obter uma informação aqui, outra ali; uma conversa telefônica, outra pelo msn; alguma anotação jogada em cima da escrivaninha, ou perdida em algum bolso, que lhe esclarecesse aquilo que o filho não declarava, a não ser quando dizia “Eu sempre quis conhecer, mãe.”
Depois de 3 semanas, as malas estavam no chão da plataforma da estação e o exame marcado para dali 4 meses. Dona Odila estava acompanhada de vários lenços de papel e do Caco, seu bichinho felino. A partida havia sido precedida por uma festa de despedida com aqueles mesmos amigos, mas somente com alguns parentes, fato que explicava o cabelo desalinhado, as olheiras e bocejos constantes de Carlão naquele meio-dia. As testemunhas entreolhavam-se (ainda surpresos) dividindo, mutuamente, o pensamento de “Não é que ele está indo mesmo?”. E foi.
Tarde da noite daquele mesmo dia, Carlinhos, diretamente de Sapucairana do Sulaque, ligou para casa, atendendo às recomendações de Dona Odila. Sim, iria dormir cedo, alimentar-se bem e não esquecer o corticóide.
Quando Dona Odila preparou-se para deitar, passou antes no quarto do filho, agora vazio. Soltou um grande suspiro e, no momento em que estava fechando a porta, deteve-se em um envelope que trazia seu nome na frente, escorado em um porta-retrato, com a foto dos dois, no último Dia das Mães. Reconhecendo a distinta letra do filho, abriu o envelope e desdobrou um pequeno pedaço de papel:
Mãe,
Minha partida foi hoje, dentro de 3 meses estarei de volta. Sim, 3 meses, esse é o tempo que estipulei para percorrer todo o Estado de bicicleta. Por isso decidi vir para Sapucairana, ponto do extremo sul e, agora, meu ponto de partida e chegada.
Não fique magoada por eu não ter lhe dito antes os reais motivos da viagem, sei que ficarias preocupada, mas procures entender que é a única chance que tenho de viver uma aventura dessas antes de ter a vida ditada por rotinas judiciais.
Ligarei sempre que possível e não esquecerei os corticóides!
Beijos, Carlos
Dona Odila acabou de ler o bilhete, pegou o telefone e ligou para a estação local. Estava fechada. Não importava. Durante toda a madrugada, arrumou as malas freneticamente, decidida a embarcar para Sapucairana do Sulaque na manhã seguinte, antes que o Carlinhos partisse naquela loucura descabida!
sexta-feira, 20 de abril de 2007
Moreira Salles fala sobre Jornalismo Literário
O documentarista João Moreira Salles, idealizador do projeto da revista Piauí, fará uma palestra sobre Jornalismo Literário na próxima terça-feira (24/4), às 10h, no auditório da Faculdade de Comunicação Social (Famecos) da PUCRS. Exemplares da publicação – que foi lançada em outubro do ano passado e rapidamente ganhou destaque no cenário jornalístico nacional – serão distribuídos para o público. A edição número 8 de Piauí circulará no mês de maio.
João Moreira Salles dirigiu os documentários Entreatos (2004), Nelson Freire (2003) e Notícias de uma guerra particular (1999, com Kátia Lund). Atualmente está lançando seu trabalho mais recente, Santiago.
O auditório da Famecos fica no prédio 7 da PUCRS (Avenida Ipiranga, 6.681 – Porto Alegre).
João Moreira Salles dirigiu os documentários Entreatos (2004), Nelson Freire (2003) e Notícias de uma guerra particular (1999, com Kátia Lund). Atualmente está lançando seu trabalho mais recente, Santiago.
O auditório da Famecos fica no prédio 7 da PUCRS (Avenida Ipiranga, 6.681 – Porto Alegre).
terça-feira, 17 de abril de 2007
AULA 17 de abril
LER:
1943: eram assim os grã-finos em São Paulo, de Joel Silveira (no xerox).
Observar a temática (a classe alta paulistana), uso de ironia, comparações.
Informações sobre o texto:
Texto publicado originalmente na revista Diretrizes (de Samuel Wainer), em 1943. A reportagem-crônica sobre a burguesia paulistana teria sido o pivô da alcunha de Silveira cunhada por Assis Chateaubriand: "víbora".
Leitura complementar facultativa:
Sobre Joel Silveira, ver A víbora está viva, de Fernando Morais, no link http://www.ig.com.br/paginas/hotsites/jornalismo_cultural/biografia_joel.html
Para uma entrevista do repórter, ler http://www.terra.com.br/istoe/1825/1825_vermelhas_01.htm
Proposta para próxima aula:
- Fazer uma coluna social
OU
- Fazer um texto a partir de uma coluna social, aproveitando seus personagens e/ou histórias, usando ou não ironia
Frases esparsas, idéias soltas, trechos preliminares do texto - mandem para o site, pelo meu e-mail.
A proposta é um ponto de partida, não de chegada. Viajar é livre e grátis.
Mantemos contato.
1943: eram assim os grã-finos em São Paulo, de Joel Silveira (no xerox).
Observar a temática (a classe alta paulistana), uso de ironia, comparações.
Informações sobre o texto:
Texto publicado originalmente na revista Diretrizes (de Samuel Wainer), em 1943. A reportagem-crônica sobre a burguesia paulistana teria sido o pivô da alcunha de Silveira cunhada por Assis Chateaubriand: "víbora".
Leitura complementar facultativa:
Sobre Joel Silveira, ver A víbora está viva, de Fernando Morais, no link http://www.ig.com.br/paginas/hotsites/jornalismo_cultural/biografia_joel.html
Para uma entrevista do repórter, ler http://www.terra.com.br/istoe/1825/1825_vermelhas_01.htm
Proposta para próxima aula:
- Fazer uma coluna social
OU
- Fazer um texto a partir de uma coluna social, aproveitando seus personagens e/ou histórias, usando ou não ironia
Frases esparsas, idéias soltas, trechos preliminares do texto - mandem para o site, pelo meu e-mail.
A proposta é um ponto de partida, não de chegada. Viajar é livre e grátis.
Mantemos contato.
sábado, 14 de abril de 2007
Inicial
Este blog foi criado para hospedar e divulgar textos produzidos pelos alunos da disciplina de Laboratório de Textos, turma A, curso de Comunicação Social, FABICO/UFRGS, professora Clarice Gontarski Esperança.
A proposta da disciplina é exercitar problemas específicos na produção de textos a partir da leitura de trechos de três obras: A sangue frio, de Truman Capote; O segredo de Joe Gould, de Joseph Mitchell; e Tempo de contar, de Joel Silveira.
A intenção do blog é permitir uma maior circulação dos textos produzidos entre os alunos, propiciando, além de comentários e críticas (numa abordagem construtiva e que valorize as diversas habilidades dos colegas), novas possibilidades de exploração e criação conjunta do material produzido.
A proposta da disciplina é exercitar problemas específicos na produção de textos a partir da leitura de trechos de três obras: A sangue frio, de Truman Capote; O segredo de Joe Gould, de Joseph Mitchell; e Tempo de contar, de Joel Silveira.
A intenção do blog é permitir uma maior circulação dos textos produzidos entre os alunos, propiciando, além de comentários e críticas (numa abordagem construtiva e que valorize as diversas habilidades dos colegas), novas possibilidades de exploração e criação conjunta do material produzido.
Assinar:
Comentários (Atom)